Mundo

EUA impõem sanções à Coreia do Norte

Obama diz que medidas são para responsabilizar Pyongyang por “conduta destrutiva e desestabilizadora” por ciberataque à Sony

EUA impõem sanções à Coreia do Norte
EUA impõem sanções à Coreia do Norte
Apoie Siga-nos no

Os Estados Unidos anunciaram nesta sexta-feira 2 novas sanções à Coreia do Norte, desta vez devido ao ataque de hackers contra computadores da Sony Pictures. As sanções são contra três entidades, incluindo uma agência de inteligência governamental, e dez funcionários do governo norte-coreano, entre eles cidadãos que trabalham na China e na Rússia.

Os cidadãos ficam proibidos de entrar nos EUA e de fazer negociações com empresas americanas. Pyongyang já é alvo de uma série de sanções ocidentais relacionadas a seu programa nuclear.

“As ações tomadas hoje são fruto do nosso comprometimento em responsabilizar a Coreia do Norte por sua conduta destrutiva e desestabilizadora”, disse o presidente americano, Barack Obama, em carta ao Congresso. “Essas atividades constituem uma ameaça à segurança nacional, à política externa e à economia dos EUA.”

Segundo a Casa Branca, as sanções são apenas a primeira parte da resposta americana envolvendo o incidente com a Sony Pictures, que teve roubados e divulgados online e-mails confidenciais, informações sobre salários e filmes ainda não lançados.

O FBI (a polícia federal americana) culpou a Coreia do Norte, que negou envolvimento, mas expressou uma série de vezes repúdio ao filme “A Entrevista”, comédia da Sony que faz piada com o ditador Kim Jong-un.

A Sony Pictures inicialmente cancelou o lançamento do filme, temendo ataques terroristas contra cinemas americanos. Obama, porém, criticou a decisão dos estúdios, e o filme foi disponibilizado ao público na semana passada.

RPR/rtr/ap

ENTENDA MAIS SOBRE: , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo