Política

Com cenário ‘definido’, PT quer Haddad em debate da Band

Caso o pedido à emissora não seja aceito, advogados do partido devem entrar na Justiça para garantir presença do partido do encontro

Com cenário ‘definido’, PT quer Haddad em debate da Band
Com cenário ‘definido’, PT quer Haddad em debate da Band
Fernando Haddad fala em vigília em Curitiba
Apoie Siga-nos no

Com a definição de Fernando Haddad como vice na chapa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PT quer agora que o ex-prefeito de São Paulo participe do primeiro debate eleitoral na TV aberta, a ser realizado na noite desta quinta-feira, 9, na Band.

Caso a emissora não atenda o pedido, a defesa da campanha de Lula estuda entrar na Justiça para ter o representante no encontro entre os presidenciáveis.

O encontro na Band reunirá os candidatos ao Palácio do Planalto com melhor colocação nas pesquisas. O número de participantes não foi divulgado até a tarde de hoje. 

Leia mais:
Com ou sem Lula?

Haddad: ‘A moldura do programa do Lula vem da interação entre nós dois’
Com Haddad vice, PT passa a fazer disputa para além dos tribunais

De acordo com o Datafolha de junho, Lula tem 30% das intenções de votos do eleitorado. Não se sabe ainda se Haddad absorverá, se for o caso, os votos desse eleitorado. No entanto, o levantamento aponta que 30% do eleitorado votariam em um nome indicado pelo ex-presidente e que outros 17% talvez votem em um candidato indicado por Lula

O PT oficializou Fernando Haddad como vice de Lula. Gleisi Hoffmann, presidenta da legenda, anunciou que Haddad passa a fazer a representação de Lula nesse processo “tão logo se estabilize a situação jurídica” do presidente. 

O partido também anunciou uma coligação com o PCdoB. Haddad e Manuela D’Ávila, que abre mão de sua pré-candidatura à Presidência, passarão a realizar agendas pelo País a partir desta semana e devem compor a chapa caso o ex-presidente não possa concorrer. 

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.

CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.

Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo